Como Fazer Cursos Gratuitos Online pela Internet

A internet é um canal excelente para fazer cursos gratuitos. Veja onde estudar online.

Hoje em dia, a distância e a falta de tempo não são mais justificativas para deixar de estudar. A capacitação profissional é muito importante para se manter ativo no mercado de trabalho e, mesmo para desenvolver um hobby, como artesanato ou culinária, é possível fazer cursos gratuitos online.

Como Fazer Cursos Gratuitos Online

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A internet eliminou distâncias. Os chamados cursos livres (idiomas, artes e artesanato, educação continuada, reforço escolar – inclusive para quem vai prestar o ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio, empreendedorismo, educação de jovens e adultos e muitos outros) dispensam a presença nas escolas mesmo para as avaliações.

A educação à distância (EAD) também oferece cursos gratuitos de nível médio e superior. Nestes casos, é necessário comparecer à escola ao menos uma vez por semana, para as atividades em sala de aula, laboratórios, bibliotecas, seminários, provas, etc.

Entre as principais dos cursos online, destaca-se a versatilidade: é possível assistir às aulas em qualquer horário, sem necessidade de deslocamentos.

Além disto, parte deles ministra aulas pré-gravadas e, desta forma, uma vez efetuada a matrícula (e confirmado o pagamento, no caso dos cursos pagos), é possível dar início imediato às atividades. Basta ter um computador conectado à rede mundial em casa, no serviço, em lan-houses ou em telecentros.

Cursos Online

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Mesmo os cursos online pagos oferecem boas condições para os interessados. São escolas virtuais, sem necessidade de espaço físico para as atividades (no caso de cursos livres), ou apenas de espaço reduzido (para os cursos regulares).

Com isto, os custos com insumos básicos (energia, água, etc.), professores, instrutores, pessoal administrativo e até mesmo limpeza ficam reduzidos, possibilitando a prática de preços mais baixos em relação aos cursos presenciais.

Algumas escolas online, como a Cursos 24 Horas, Buzzero e iPed oferecem centenas de opções de cursos online, inclusive com a expedição de certificados de conclusão. Parte destes cursos, especialmente os dirigidos aos iniciantes, é gratuita.

Acesse:

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O que estudar?

Os interessados em ampliar suas capacidades e qualificações encontram uma infinidade de cursos gratuitos online. Jovens em busca do primeiro emprego podem estudar atividades administrativas (DP, contabilidade, atendimento ao público, telemarketing, etc.).

Os desempregados e as pessoas que querem se reposicionar no mercado de trabalho têm muitas opções, de mecânica automotiva a publicidade e propaganda, de informática a idiomas.

Quem quer apenas desenvolver um hobby pode se aprimorar em culinária, corte e costura, artesanato, pintura em tela ou tecido, psicologia infantil, estética (maquiagem, cortes e penteados, massagens, limpeza facial, etc.). o importante é encontrar uma boa escola virtual, conferir depoimentos de ex-alunos e verificar eventuais reclamações em sites de serviços de defesa do consumidor.

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Cursos de Empreendedorismo Grátis

O SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – oferece mais de 30 cursos gratuitos online para os empreendedores que decidem deixar o emprego remunerado com carteira assinada para dedicar-se a uma atividade, seja em uma pequena empresa, seja como microempreendedor individual.

+ Acesse: https://ead.sebrae.com.br/cursos

Participar destas atividades é muito importante para garantir a saúde financeira das empresas. De acordo com um estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicado no início de 2016, mais da metade (52,5%) das organizações que abriram as portas em 2009 encerraram os negócios nos primeiros quatro anos.

Os cursos gratuitos online do SEBRAE abrangem diversas áreas: aprender a empreender, atendimento ao cliente, análise e planejamento financeiro, formação do preço de venda, gestão, internet para pequenos negócios, organização visual da loja, procedimentos para exportação e controle do dinheiro, entre outras.

Como Fazer Teste Vocacional online, gratuito e que funciona

Escolher uma profissão não é simples, mas fazer um teste vocacional pode facilitar a vida.

Chegou a hora de decidir sobre a profissão a seguir. Pode ser aos 14 anos, escolhendo um curso técnico, ou aos 17, optando por um bacharelado ou graduação tecnológica. Não é uma tarefa fácil, considerando-se que a escolha afeta 30 ou 40 anos de vida, mas um teste vocacional ajuda bastante. Resta descobrir onde fazer este teste.

A incerteza faz parte de todas as decisões da vida, e a escolha da carreira, que vai ocupar boa parte de nossos dias – passamos mais tempo no trabalho do que com a família e os amigos – não podia deixar de ser diferente. Felizmente, a internet disponibiliza diversos testes vocacionais e muitas clínicas oferecem o serviço na maior parte das grandes cidades brasileiras.

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O que fazer na faculdade?

Direito ou Turismo? Medicina ou Engenharia? Muitos estudantes tendem a escolher a profissão dos pais, mas esta não é uma boa opção. Pais são excelentes exemplos, um espelho para os filhos. Isto, no entanto, não significa que devam ser referências para a carreira. É muito importante lembrar que o trabalho precisa gerar satisfação, mais do que bons rendimentos ou status.

Estes fatores são levados em consideração em um teste vocacional. O trabalho não pode ser um fardo, uma vez que isto pode gerar inclusive doenças; deve ser prazeroso, mesmo que haja desafios e momentos estressantes. O estresse, aliás, não é necessariamente ruim. Trata-se apenas de uma pressão excessiva – a nossa resposta é que pode ser nociva.

Um teste vocacional explora preferências, habilidades e objetivos. Com estes resultados, ele aponta um grupo de profissões com mais afinidades para cada pessoa: a escolha final cabe ao estudante. O teste apenas elimina carreiras que não tem a ver com o perfil do vestibulando, impedindo o abandono de um curso, para reiniciar a procura por um futuro mais feliz.

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Confira alguns testes oferecidos por sites da internet:

É importante observar que a carreira profissional se relaciona diretamente com o temperamento. Não adianta tentar Contabilidade se o temperamento não conduz a um dia a dia metódico e regular. Da mesma forma, os “tagarelas” podem ficam longe da Análise de Sistemas, por exemplo. É uma profissão que obriga a longas horas de isolamento, para resolver questões relacionadas a hardware e software.

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Como é feito o teste vocacional?

Um teste vocacional geralmente é feito com a atribuição de pontos a determinadas questões. Por exemplo, o analisando escolhe uma alternativa com a qual se identifica, aquela que tem muito a ver com ele, aquela que tem pouco a ver e, por fim, aquela que não tem nada a ver com os seus desejos, e chega a provocar náuseas só de pensar.

Os estudantes são exigidos, por exemplo, a se identificar com a alteração de alguma coisa, a administração do tempo, a integração de pessoas ou a diferenciação. São várias questões que servem para avaliar o desempenho em diversas situações do cotidiano.

Vale lembrar que um teste vocacional é apenas uma orientação, e não uma determinação. Cabe a cada um confirmar as certezas ditadas pelas perguntas propostas. Se o teste vocacional não oferecer respostas, ao menos ele pode eliminar muitas perguntas.

Como Fazer uma Boa Redação e desenvolver bons temas

Ela está presente em concursos públicos e vestibulares. Veja como fazer uma boa redação.

Um dos grandes temores de quem vai prestar um concurso – seja para entrar na faculdade, seja para conquistar uma vaga no setor público – é a prova de redação. No entanto, com algumas dicas simples, fica fácil redigir um bom texto, de acordo com as exigências da banca examinadora.

A redação é uma necessidade em quase todas as profissões. Mesmo um simples memorando pode se tornar ininteligível se não seguir as regras da linguagem culta, estiver crivada de erros de grafia e concordância ou for muito prolixa.

Como Fazer uma Boa Redação

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Portanto, a primeira dica para fazer uma boa redação é ter conhecimento do idioma, manter o foco no tema proposto e ignorar palavras pouco usadas, especialmente quando não se sabe exatamente o significado dos termos; isto denota arrogância e falta de cultura.

Sejamos claros: uma boa redação é aquela que produz uma leitura prazerosa e transmite com exatidão as ideias e argumentos do autor. O hábito da leitura é fundamental: enriquece o vocabulário e familiariza o leitor com as regras gramaticais. A leitura de jornais e revistas atualiza informações e valoriza os textos.

Tipos de redação

Um texto pode ser brilhante e obedecer à estrutura de exposição, defesa e conclusão (começo, meio e fim), mas, se não atender à solicitação da prova, pode receber um belo zero. Quem escreve uma narração em lugar de uma dissertação pode estar perdendo uma excelente oportunidade de se destacar em um processo seletivo.

Na dissertação, o tema proposto deve ser debatido criticamente e confrontado com dados reais. A redação deve ser feita em termos objetivos e impessoais e o escritor precisa ter cuidado especial com a regência verbal. O padrão culto é imprescindível no desenvolvimento destes textos.

A narração permite que o tema seja apresentado mais livremente. Neste caso, os advérbios e verbos de ação são bem vindos. O escritor pode usar a primeira ou a terceira pessoa, mas deve tomar cuidado para que o personagem principal seja sempre “eu” ou “ele”.

A descrição é basicamente uma relação de atributos de um ente ou objeto. Trata-se de uma apresentação detalhada, em que as características principais quase sempre devem ser colocadas antes dos acessórios. Os examinadores podem querer investigar a criatividade ou a objetividade do escritor.

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Objetividade

Um exemplo simples: se o tema proposto é o racismo, uma boa redação deve evitar uma apresentação minuciosa das etnias humanas, ou utilizá-las de forma concisa, sem perder o foco. A gênese das etnias é bem vinda em um livro técnico, mas ocupa um espaço precioso em uma redação de 20 linhas.

A defesa de um tema deve primar pela identificação dos pontos principais da questão. Os rodeios e repetições denunciam a falta de conhecimento sobre o assunto. A fuga da proposta (por exemplo, ocupar metade do espaço de um texto sobre racismo para falar de solidariedade e fraternidade) é uma das melhores maneiras de não fazer uma boa redação.

Coerência

Umas das principais reclamações dos professores encarregados de corrigir redações de vestibulares e concursos públicos é a falta de coerência dos candidatos. Os argumentados são apresentados a esmo, sem nexo, sem relação entre causa e consequência.

Alguns modismos podem ser responsáveis pelo “naufrágio” de uma redação. Por exemplo, o emprego do famigerado “enfim”, que castiga os nossos olhos e ouvidos a cada minuto. Este fato é especialmente inadequado quando o “enfim” não finaliza nada, isto é , não apresenta nenhuma conclusão.

Clareza e simplicidade

São dois aspectos fundamentais para quem deseja fazer uma boa redação. Palavras rebuscadas, períodos muito longos e argumentações que beiram a masturbação mental incomodam o leitor, que tende a recusar qualquer informação transmitida, por mais evidente que ela seja.

A clareza de uma boa redação é verificada quando o texto apresenta uma tese, agrega alguns fatos paralelos para facilitar o entendimento, defende a opinião ou argumento e finaliza com a possibilidade de consulta (e confirmação) em outras fontes.

Redigindo

Para fazer uma boa redação, o planejamento é imprescindível. O candidato precisa organizar-se de acordo com o tempo disponível e dar início à atividade deixando que as principais ideias sobre o texto venham à tona.

O procedimento é simples: basta anotar todos os argumentos relacionados ao tema e, em seguida, classificá-los como “principais” e “acessórios”. Não é preciso utilizar todos eles – muitas vezes, isto nem é possível. O ideal é escolher quatro ou cinco pontos e, a partir deles, começar a construir o texto.

O rascunho pode servir como o esqueleto da redação. Indique os pontos que servem de apresentação, discussão e conclusão do tema e inclua os principais argumentos. Depois disto, releia o material produzido e exclua lugares comuns, posições incongruentes e contradições. Com esta revisão, é possível tornar o texto homogêneo.

Em seguida, é o momento da redação final. Uma boa dica é treinar em casa contra o relógio, procurando escrever textos no tempo estipulado pelo edital do concurso. A tarefa final é reler a redação em busca de eventuais erros – caso existam, basta eliminá-los com um traço simples, para não encher a página com rasuras: são elementos que dificultam a leitura.